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RestriÇÕes ao fumo
na sede da empresa
O desafio cultural
Como conclusão de uma pesquisa quantitativa preliminar, constatou-se que, mesmo entre os não-fumantes (80% dos colaboradores), havia nítida rejeição à implementação de uma política de restrição ao fumo na companhia.
Abordagem
A comunicação interna tinha dois obstáculos pela frente: Risco de contradição e enfraquecimento do discurso institucional. Risco de comprometimento do clima organizacional – ambiente este avesso à nova política.
“Viver em sociedade É respeitar regras”
Foram isoladas determinadas áreas da empresa para práticas habituais e cotidianas que, contudo, se tornam atividades extremamente incovenientes se praticadas nestes espaços. Alguns exemplos:
» elevadores: interditados para servir de sala de meditação;
» corredores: destinados ao passeio com animais de estimação;
» cafeterias: isoladas para o estacionamento de bicicletas.
O mesmo ocorre com o fumo: é uma escolha do fumante mas, uma vez em sociedade, ele deve respeitar regras como em qualquer atividade de gosto pessoal.
Resultado AlcanÇado
Um resultado, em especial, tinha papel crucial na implementação da nova política - o nível de concordância geral com as regras de convivência:
Anterior à campanha: 38% achavam a ideia de ter uma política interna para fumantes e não fumantes nas dependências da companhia entre “boa”, “muito boa” ou “excelente”.
Após a campanha de comunicação: 80% concordavam com as regras de convivência em harmonia.
SituaÇÃo atual
A mudança de comportamento é o próximo passo do processo de comunicação e exige ações diferenciadas, destinadas ao fumante em particular – público este, obviamente, mais volúvel quanto ao cumprimento da política do que os não-fumantes.
A comunicação agora objetiva o aspecto comportamental, mas também técnico, argumentando evolutivamente até que se obtenha a adesão de 100% do público da sede.
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